Na Primeira foto, podemos ver Taperoá de 1929, ainda sem sua Praça principal, com poucas árvores, e com todo o seu rico Patrimônio Colonial.
Na segunda foto, a visão é de uma cidade mais arborizada, mantendo ainda, alguns traços coloniais, porém escondida entre novidades e modernidades.
Podemos dizer com isso, que a memória popular, refletida nas paredes dos grandes sobrados, estão se perdendo, caindo no esquecimento. É necessário, antes de tudo, garantir as lembranças, as vivências, as experiências, que só poderão ser perpetuadas, com a consciência histórica e o sentimento de pertença, para que as gerações futuras possam desfrutar desse espaço de bens materiais e imateriais tão rico, tão vivo, tão festivo.